sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Governo Dilma e PT derrotados.


A cada fato novo da Operação Lava-Jato o PT e as lideranças mais “ilustres” da base aliada vão se enrolando ainda mais. Hoje nem mesmo o ex-presidente Lula da Silva (PT-SP) e a presidente Dilma Rousseff (PT-RS) estão imunes de serem indiciados. É evidente que ambos sempre foram beneficiados pelo projeto petista de perpetuação no poder. Há tempo a imprensa livre e os segmentos mais responsáveis da vida nacional vêm denunciando o aparelhando da máquina pública e a institucionalização da roubalheira, “como nunca antes na história do Brasil”.
A crise econômica, política e ética que ora vivenciamos, em toda sua extensão e gravidade, resultou desse projeto, que sempre colocou os interesses ideológicos em primeiro plano. Daí não haver nenhum constrangimento em comprar o apoio parlamentar das velhas oligarquias regionais, pela necessidade de manter uma folgada maioria no Congresso Nacional. Assim, as ações de resultados imediatos, na busca de manter um eleitorado cativo, sem capacidade crítica, jogaram em segundo ou terceiro plano as políticas de Estado e a meritocracia.
Felizmente, para o bem do Brasil e dos brasileiros, esse projeto ruiu e vai chegando ao fim, pela própria incompetência, ganância e atraso ideológico de seus executores. É nessa ruína que, de novo, a população brasileira vai se reencontrando. Tal como diz o velho adágio popular “ninguém engana para sempre”. A sociedade brasileira já não suporta as dissimulações e mentiras, nem o raivoso “nós” contra “eles”, que durante os treze anos de governo petista estimulou a cizânia entre os brasileiros para continuar reinando.
Duro é que isso tenha acontecido depois da terra arrasada, quando o povo sente no bolso que está pagando a conta. E o rombo é tão grande que será necessário um longo período para recuperar a Petrobras e as demais empresas públicas saqueadas, bem como o desastre que arruinou a nossa vida econômica.
A decisão política do Supremo Tribunal Federal (STF) de alterar o rito da Câmara dos Deputados pode ter tornado mais difícil o afastamento da presidente Dilma Rousseff (PT-RS).  O Tribunal Superior Eleitoral (TSE), por seu turno, pode também não cassar o mandato da presidente Dilma Rousseff e do vice-presidente Michel Temer (PMDB-SP), pela utilização de dinheiro sujo na campanha política, não obstante a abundância de provas. É notório que as nossas mais altas Cortes estão aparelhadas.
A presidente também poderá continuar circundando com pedaladas as imediações do Alvorada, bem como seguir gastando o escasso dinheiro público em propagandas, com o objetivo de melhorar a imagem. No entanto, os estragos realizados pelos governos petistas tornaram o partido e as suas principais lideranças e aliados irremediavelmente desacreditados. O “governo” de Dilma Rousseff hoje é irrecuperável!
O PT - incluindo seu “grande” líder, o ex-presidente Lula da Silva (PT-SP), e a presidente Dilma Rousseff – está sendo derrotado por seu projeto de poder e ambições sem limites. E hoje o descrédito é tanto, que ninguém de sã consciência leva a sério o discurso petista. Em breve só restarão nas ruas em sua defesa os sindicatos pelegos e os ditos movimentos sociais, que só se prestam a repudiar o trabalho e viver das benesses do dinheiro público.
Quanto mais o PT e a presidente Dilma Rousseff façam o “diabo”, ao troco do toma lá dá cá para continuar governando, mais caro sairá a conta para os brasileiros. Não há como esse governo exorcizar a sua incompetência, pois ela o assombra como uma alma gêmea. A solução é a rua, pelo impeachment imediato. O depois cabe ao povo a escolha, mas sem qualquer participação da esquerda retrógrada, nem das oligarquias que a acompanha.
A cada dia de permanência do atual governo é mais um dia de crise. E como a Operação Lava-Jato vem demonstrando, é também mais um dia de vergonha para o Brasil diante do mundo.